terça-feira, 26 de outubro de 2010

JOGO DA VELHA


- Ranca e Cola








domingo, 24 de outubro de 2010

TEXTO PARA REUNIÃO DE PAIS

Girassóis e Miosótis




O girassol é flor raçuda, que enfrenta até a mais violenta intempérie e acaba sobrevivendo.


Ela quer luz e espaço e em busca desses objetivos, seu corpo se contorce o dia inteiro. O girassol aprendeu a viver com o sol e por isso é forte. Já o miosótis é plantinha linda, mas que exige muito mais cuidado. Gosta mais de estufa.


O girassol se vira... e como se vira! O miosótis quando se vira, vira errado. Precisa de atenção redobrada.


Há filhos girassóis e filhos miosótis. Os primeiros resistem a qualquer crise: descobrem um jeito de viver bem, sem ajuda. As mães chegam a reclamar da independência desses meninos e meninas, tal a sua capacidade de enfrentar problemas e sair-se bem. Por outro lado, há filhos e filhas miosótis, que sempre precisam de atenção. Todo cuidado é pouco diante deles. Reagem desmesuradamente, melindram-se, são mais egoístas que os demais, ou às vezes, mais generosos e ao mesmo tempo tímidos, caladões, encurralados. Eles estão sempre precisando de cuidados.


O papel dos Pais é o mesmo do jardineiro que sabe das necessidades de cada flor, incentiva ou poda na hora certa. De qualquer modo fique atento. Não abandone demais os seus girassóis porque eles também precisam de carinho... e não proteja demais os seus miosótis. As rédeas permanecem com vocês... mas também a tesoura e o regador. Não negue, mas não dêem tudo que querem: a falta e o excesso de cuidados matam a planta...

José Fernandes de Oliveira

fonte;http://prokriseducando.blogspot.com/2010/01/texto-para-reuniao-de-pais.html

DIA DO PROFESSOR

sábado, 23 de outubro de 2010

Plancha da Comunicação













Este material riquissimo eu encontrei na net, não tenho conhecimentos da autoria, que souber por favor me informe que darei os devidos creditos.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

terça-feira, 19 de outubro de 2010

ROTEIROS DE AULAS

TEMA:  MEIO AMBIENTE
 PALAVRA GERADORA: PRIMAVERA

OBJETIVO GERAL:
DESPERTAR DE FORMA LÚDICA AS DESCOBERTAS AGUÇANDO A CURIOSIDADE DA PESQUISA.

CONTEUDOS:
Estaçoes do Ano
Animais
Recursos Naturais,

PROCEDIMENTOS:
Será apresentado o Tapete, com a palavra geradora PRIMAVERA
Serão feitas perguntas orais sobre o tapete, que terá: Sol, Flor,Borboleta, Capim e Nuvem.
Quais são as cores que aparecem no tapete?
O que tem no tapete/
Quando será que há flores?
A borboleta é que tipo de animal?Ela é um animal?

Será solicitado recortes de desenhos de animais,com a explicação dos mesmos, o que acontece em
cada estação , após será solicitado a confecção dos tapetes por grupos.
Os tapetes serão apresentados e serão feito perguntas e apresentações do trabalho realizado.
Será feita a leitura a partir da palavra geradora dos desenhos.
Colagem de desenhos em palavras escolhidas de acordo com os desenhos.
Leitura e dramatizações.

********

 TEMA: ANIMAIS DE JARDIM

 OBJETIVO GERAL:
Desenvolver a imaginação e a criatividade(associada a uma temátuca) através da confecção de um tapete.
 OBJETIVOS ESPECIFICOS:
 Desenvolver a interação da turma
 Desenvolver a imaginação
 Associar conte´dod ligados às areas de Portugues, Matemática,Ciencias, Geografia e História à atividade desenvolvida.
Apreciar o trabalho dos colegas

DESENVOLVIMENTO;
Explicação da atividade, através do material trazido de casa, confeccionar um tapete usando livremente a imaginação e a criatividade, no entanto, associando a uma temática;
Trocar materiais com os colegas, na medida do possivel;
Após o termino das atividades,explicar e expor os trabalhos tealizados, trocas de ideias, apreciação, entre outros.

RECURSOS:
T.N.T,
Cola
Tesoura,
Outros diversos( a vontade).

domingo, 17 de outubro de 2010

Plano de AEE para aluno com TGD

TGD_080A_PLANO_AEE_GRUPO FÊNIX

A. Plano de AEE

1. Objetivos do plano:
            Desenvolver ações específicas do AEE que facilitam o acesso do aluno com TGD ao conhecimento, a comunidade escolar e convivência social, promovendo sua autonomia e permanência na escola.

2. Organização do atendimento:
  • Período de atendimento: Julho a dezembro;
  • Freqüência: Duas vezes por semana;
  • Tempo de atendimento: Duas horas por dia;
  • Composição do atendimento: Individual  e coletivo.

3. Atividades a serem desenvolvidas no atendimento ao aluno:
  • Explorando o ambiente:
_ Conhecer a escola e os colegas;
  • Construção da identidade:
_ Roda da conversa;
_ Ficha do nome;
_ Cantiga do nome (Se eu fosse um peixinho);
_ Brincadeira do abraço (Em círculo, falar o nome de duas crianças para se abraçarem. Sempre os que se abraçaram primeiro chamarão mais uma dupla, até que todos se abracem.
  • Desenvolvendo a autonomia:
_ Higiene pessoal;
_ Vestuário;
_ Experiências com alimentos;
_ Organizar brinquedos.
  • Músicas:
_ Karaokê;
_ Bandinhas;
_ Cantigas de roda;
_ Músicas infantis.
  • Jogos e brincadeiras:
_ Faz-de-conta;
_ Contação de histórias;
_ Blocos de encaixe;
_ Boliche;
_Bolas;
_Quebra-cabeças.

4. Seleção de materiais a serem produzidos para o aluno:
  • Ficha do nome;
  • Chamadinha;
  • Calendário;
  • Livros de gravuras ( frutas, transportes, animais, alimentos...);
  • Cartazes ( letras e números);

5. Adequações de materiais:
Os materiais devem estar em boas condições de uso, não devendo ser cortantes e pontiagudos e nem pequenos; deve ter controle de estoque e sempre repor quando necessário.

6. Seleção de materiais e equipamentos que necessitam ser adquiridos:
  • Papel cartão;
  • Aparelho de som;
  • Cd’s;
  • Instrumentos musicais;
  • Microfone;
  • Escova de dente; Toalhas;
  • Pasta de dente;
  • Papel higiênico;
  • Brinquedos;
  • Sucatas;
  • Fantasias;
  • Fantoches;
  • Espelho;
  • Máscaras;
  • Livros de histórias;
  • Revistas;
  • Tesoura;
  • Cola;
  • Papel sulfite;
  • Blocos de encaixe;
  • Boliche;
  • Bolas;
  • Quebra-cabeças.

7. Tipos de parcerias necessárias para aprimoramento do atendimento e da produção de materiais:
  • Família;
  • Secretaria de educação;
  • Profissionais da saúde (Psicólogo, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, nutricionista, neurologista, etc).

8. Profissionais da escola que receberão orientação do professor de AEE sobre serviços e recursos oferecidos ao aluno:
·        Professor de sala de aula comum;
·        Professor de Artes;
·        Professor da Educação Física;
·        Professor de Produção Interativa;
·        Professor de Tecnologia;
·        Colegas de sala de aula;
·        Diretor escolar;
·        Profissionais administrativos.

B. Avaliação dos resultados:

1. Indicação de formas de registro:
O plano será registrado em ficha de acompanhamento individual, sendo avaliado durante toda a sua execução. O registro da avaliação será contínuo, através das observações diárias do desempenho da criança quanto às atividades realizadas e relacionamento com o grupo.

2. Resultados obtidos diante dos objetivos do Plano de AEE:
Espera-se que o aluno seja capaz de estabelecer vínculos afetivos, exerça sua autonomia e amplie suas relações sociais e consiga realizar atividades do cotidiano escolar.

 
fonte:http://sites.google.com/site/marilenesantuchesdauzacker/aee-tgd/plano-de-aee-para-aluno-com-tgd

sábado, 16 de outubro de 2010

MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA

MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA
(Ana Maria Machado)



Era uma vez uma menina linda, linda.
Os olhos pareciam duas azeitonas pretas brilhantes, os cabelos enroladinhos e bem negros.
A pele era escura e lustrosa, que nem o pelo da pantera negra na chuva.
Ainda por cima, a mãe gostava de fazer trancinhas no cabelo dela e enfeitar com laços de fita coloridas. Ela ficava parecendo uma princesa das terras da áfrica, ou uma fada do Reino do Luar.
E, havia um coelho bem branquinho, com olhos vermelhos e focinho nervoso sempre tremelicando.

O coelho achava a menina a pessoa mais linda que ele tinha visto na vida
E pensava:
- Ah, quando eu casar quero ter uma filha pretinha e linda que nem ela...
Por isso, um dia ele foi até a casa da menina e perguntou:
- Menina bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?

A menina não sabia, mas inventou:­
- Ah deve ser porque eu caí na tinta preta quando era pequenina...

O coelho saiu dali, procurou uma lata de tinta preta e tomou banho nela. Ficou bem negro, todo contente.
Mas aí veio uma chuva e lavou todo aquele pretume, ele ficou branco outra vez.
Então ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez:
- Menina bonita do laço de fita, qual é o seu segredo para ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas inventou:
- Ah, deve ser porque eu tomei muito café quando era pequenina.
O coelho saiu dali e tomou tanto café que perdeu o sono e passou a noite toda fazendo xixi. Mas não ficou nada preto.
- Menina bonita do laço de fita, qual o teu segredo para ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas inventou:­
- Ah, deve ser porque eu comi muita jabuticaba quando era pequenina.
O coelho saiu dali e se empanturrou de jabuticaba até ficar pesadão, sem conseguir sair do lugar. O máximo que conseguiu foi fazer muito cocozinho preto e redondo feito jabuticaba. Mas não ficou nada preto.
Então ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez:
- Menina bonita do laço de fita, qual é teu segredo pra ser tão pretinha?

A menina não sabia e...

Já ia inventando outra coisa, uma história de feijoada, quando a mãe dela que era uma mulata linda e risonha, resolveu se meter e disse:

- Artes de uma avó preta que ela tinha...
Aí o coelho, que era bobinho, mas nem tanto, viu que a mãe da menina devia estar mesmo dizendo a verdade, porque a gente se parece sempre é com os pais, os tios, os avós e até com os parentes tortos.
E se ele queria ter uma filha pretinha e linda que nem a menina, tinha era que procurar uma coelha preta para casar.
Não precisou procurar muito.
Logo encontrou uma coelhinha escura como a noite, que achava aquele coelho branco uma graça.
Foram namorando, casando e tiveram uma ninhada de filhotes, que coelho quando desanda a ter filhote não para mais!

Tinha coelhos de todas as cores:

branco, branco malhado de preto, preto malhado de branco e até uma coelha bem pretinha.

Já se sabe, afilhada da tal menina bonita que morava na casa ao lado.
E quando a coelhinha saía de laço colorido no pescoço sempre encontrava alguém que perguntava:
- Coelha bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?

E ela respondia:

- Conselhos da mãe da minha madrinha...


Essa história é ótima para trabalhar diversidade de forma interdisciplinar e intradisciplinar, como está previsto nos PCNs que defendem a Construção Social do Cidadão.

Além de uma roda de Contação de histórias, pode ser confeccionada uma boneca de Pano, para trabalhar as diferenças e cada dia uma aluno cuida da nova amiga e brinca com ela.

Eis uma sugestão de Projeto:
 
PROJETO:

ÁREA DE CONHECIMENTO: Língua Portuguesa
OBJETO DE ESTUDO: Diversidade Étnico-Cultural Brasileira

Ensino Fundamental – 1º ao 5º ano


INTRODUÇÃO:

Desenvolvimento do tema da diversidade, não somente com o objetivo de apresentar aos alunos a riqueza da diversidade étnico-cultural brasileira, contribuindo para que as crianças se apropriem de valores como o respeito a si próprias e ao outro, mas também com o objetivo de elevar a auto-estima do aluno negro.

A sugestão é que as atividades sejam desenvolvidas durante um período mínimo de cinco dias, (lembrando que essa sugestão de aulas não poderá ocorrer num dia só) no decorrer dos quais o professor irá:
1. Apresentar a história à classe, contando-a, sem mostrar o livro.
2. Pedir às crianças que dêem um título (um nome) à história ouvida, escrevendo na lousa as sugestões apresentadas.

3. Contar que quem escreveu a história foi Ana Maria Machado, uma escritora brasileira que escreve livros para crianças, principalmente. Se o(a) professor(a) já tiver lido para a classe outros livros da autora, relembrar o fato aos alunos, se possível, mostrando-os.
4. Dizer o título do livro: "Menina bonita do laço de fita" e comparar com os nomes apresentados pelos alunos na atividade 2, perguntando a eles se gostaram mais do nome escolhido por eles próprios ou o escolhido pela autora; mostrar às crianças que nem sempre temos a mesma opinião sobre um mesmo fato ou situação e que o importante é que aprendamos a respeitar todas as opiniões; comentar os nomes escolhidos pelos alunos, na medida em que se afastam ou se aproximam do nome original da história.

5. Mostrar a capa do livro aos alunos. "Ler" a imagem da capa com eles, fazendo perguntas sobre a ilustração: a cor da pele da menina, do coelho, o cabelo da menina (quem usa cabelo assim? é difícil fazer um penteado como esse? leva muito tempo?). Destacar o olhar apaixonado, pensativo-sonhador do coelho. Pedir aos alunos que mostrem o que mais na ilustração indica que o coelho está apaixonado. Dizer o nome do ilustrador e falar sobre a importância da ilustração na leitura.
6. Ler o livro para os alunos, agora parando em cada página, mostrando as imagens e destacando as palavras e expressões que valorizam a menina, que a retratam como bela: "Era uma vez uma menina linda, linda. Os olhos dela pareciam duas azeitonas, daquelas bem brilhantes. Os cabelos eram enroladinhos e bem negros, feitos fiapos da noite. A pele era escura e lustrosa, que nem o pêlo da pantera negra quando pula na chuva.". Os adjetivos e comparações usados pela autora vão além de aguçar a imaginação infantil (olhos = duas azeitonas daquelas bem brilhantes; cabelos = fiapos da noite; pele = pêlo da pantera negra quando pula na chuva); eles evocam uma imagem positiva da menina, valorizando nela aspectos como cabelo e cor de pele, que normalmente são "maquiados", escondidos, quando a personagem é negra. A beleza natural da menina ganha enfeites que reforçam seu encanto, dando a ela ares de personagem de contos de fadas, pois: "Ainda por cima, a mãe gostava de fazer trancinhas no cabelo dela e enfeitar com laço de fita colorida. Ela ficava parecendo uma princesa das Terras da África, ou uma fada do Reino do Luar". Esses dois trechos contribuem para que, ao imaginário infantil a menina seja apresentada como uma bela princesa de contos de fadas, o que é extremamente positivo e eleva a auto-estima da criança, que se identificará com a heroína. Perguntar aos alunos se eles têm uma idéia de por que o coelho quer ter a cor de pele da menina. Será que ele não está satisfeito com a própria cor? Comentar com as crianças as respostas dadas. É importante que o(a) professor(a) destaque que além de muito bonita, essa heroína é também muito esperta e criativa, pois mesmo não sabendo responder às perguntas do coelho, sempre tem uma solução para que ele se torne da cor desejada: cair na tinta preta, tomar muito café, comer muita jabuticaba... Antes de ler o trecho que fala da intervenção da mãe no diálogo entre a menina e o coelho, perguntar se alguém lembra como era a mãe da garota. Comparar o texto escrito ("uma mulata linda e risonha") e a ilustração da mãe que é a de uma linda moça, moderna, bem vestida e arrumada (enfeitada, pintada, cabelos penteados), o que também contribui para que a classe forme uma imagem estética positiva da mulher negra.

7. Aproveitar a descoberta do coelho ("a gente se parece sempre é com os pais, os tios, os avós e até com os parentes tortos") e perguntar aos alunos com quem eles acham que se parecem. Essa atividade pode desdobrar-se em outras, por exemplo:
a) as crianças podem entrevistar os pais para saberem com quem se parecem e apresentar os resultados da pesquisa oralmente (Por exemplo, dizendo frases como: Minha mãe diz que meus olhos são parecidos com os dela, mas que meus cabelos e minha boca se parecem com os da minha avó.);

b) os alunos podem levar fotografias de parentes (pais, avós, tios, irmãos, por exemplo); atrás de cada foto deve constar o nome da criança que a trouxe; os alunos dividem-se em grupos de quatro. As fotos de cada grupo são empilhadas, com a frente para cima; os alunos tiram a sorte para ver quem começa jogando; o primeiro pega a primeira foto e tenta adivinhar quem a trouxe, observando as semelhanças entre as fotos e os colegas de grupo; se foi ele mesmo quem trouxe a foto, deve embaralhar a pilha, para que a fotografia saia do primeiro lugar; enquanto for acertando, o jogador continuará jogando. Ganhará o jogo quem tiver acertado mais. Ao final, as crianças devem contar aos colegas de grupo quem são as pessoas que estão nas fotos. Terminada a brincadeira, o (a) professor(a) colocará para a turma a seguinte questão: somos parecidos com as pessoas da nossa família? O coelho branco estava certo em suas conclusões?

8. Pedir às crianças que desenhem: a) a menina do laço de fita e a mãe; b) o coelho e sua nova família; c) suas famílias.
9. Organizar uma roda de conversas. Reler o trecho: "O coelho achava a menina a pessoa mais linda que ele tinha visto em toda a vida. E pensava: - Ah, quando eu casar quero ter uma filhinha pretinha e linda que nem ela." Questionar: O que é ser bonito? Como uma pessoa deve ser para ser bonita? Provavelmente surgirão respostas diferentes umas das outras. Retomar o que foi dito na atividade nº 4 e mostrar às crianças que nem sempre temos a mesma opinião sobre um assunto e que isso é muito bom, pois o mundo seria muito aborrecido se todos pensassem do mesmo jeito e se, por exemplo, só existisse um único modelo de beleza. Destacar que o importante é respeitar as diferenças. Conversar com a classe sobre os padrões de beleza existentes em "Menina bonita".

10. Mostrar, num mapa-múndi, os cinco continentes - a América, a Europa, a Ásia, a África e a Oceania, ressaltando que eles são divididos em países, cada um com seus costumes e tradições, suas festas, músicas e danças, suas religiões e seu jeito de ser, pois ninguém é igual a ninguém e é isso que dá graça à vida.

11. Conversar com as crianças sobre as "famílias" (povos) que formam o Brasil: os índios, o negro, o colonizador europeu, os imigrantes italianos, japoneses, árabes, judeus etc. Explicar que esses povos foram se cruzando, para formar a grande família brasileira, que tem as características de suas origens. Lembrar aqui as contribuições desses povos nas festas, na música, na culinária, nas histórias etc.
12. Retomar a atividade 10 e complementá-la, destacando a importância do respeito à diversidade étnico-cultural que compõe o Brasil.
Essas são algumas sugestões, apenas. O professor deve assumir uma postura de combate a todas as formas de discriminação e preconceito, valorizando as diferentes etnias que constituem o Brasil e que, de certa forma, estão representadas nas crianças que compõem uma sala de aula na Educação.

Para finalizar, um destaque: para assumir o compromisso de trabalhar a diversidade cultural e étnica na Educação Infantil/Fundamental, o professor precisa ter segurança quanto ao que será desenvolvido.

Um caminho para isso é a reflexão conjunta dos professores nas reuniões pedagógicas, procurando respostas a indagações como: Sou preconceituoso? Já vivi situações de discriminação ou preconceito? E, tratando-se da etnia negra: O que sei sobre o continente africano? O que sei sobre as condições dos africanos escravizados no Brasil? O que sei sobre suas lutas de resistência, seus heróis, suas histórias? Conheço a história de Zumbi? A influência que os africanos escravizados tiveram na formação da identidade brasileira, nas religiões, festas, cantigas, danças, culinária e, principalmente, histórias que contribuem para ampliar o repertório e povoar o imaginário das crianças com representações positivas do negro?

“Nossas escolas pretendem formar cidadãos. E cidadania não combina com desigualdade, assim como democracia não combina com preconceito e discriminação. Se as crianças vão à escola é porque desejamos que se desenvolva plenamente como seres humanos...”


Fonte: http://www.cantinhodoprofessor.org/consciencia_negra/projeto_menina_bonita.htm

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Alterações cognitivas na esquizofrenia

A cognição pode ser definida como um conjunto de capacidades
que habilitam os seres humanos a desempenhar
uma série de atividades no âmbito pessoal, social e ocupacional,
tais como: concentrar-se na leitura de um livro,
aprender novas informações, solucionar problemas,
realizar escolhas, manter uma conversa, entre outras. O
prejuízo dessas capacidades já era apontado por Kraepelin
(1896) e Bleuler (1911) como a característica central
da esquizofrenia e, desde essa época, o interesse pelo
curso e extensão dos prejuízos vem sendo amplamente
estudado (Sharma e Antonova, 2003).
Os déficits cognitivos, segundo os estudos conduzidos
no primeiro episódio com pacientes não-tratados,
parecem ser prévios ao desenvolvimento da doença.
Num estudo de revisão realizado por Torrey (2002)
sobre pacientes nunca tratados com medicação antipsicótica,
os achados neuropsicológicos indicaram déficits
de memória e de aprendizagem, atenção, abstração,
linguagem, funcionamento executivo e velocidade psicomotora.
Os resultados dos pacientes nunca tratados,
comparados aos dos pacientes medicados previamente,
foram similares.
Segundo O’Carroll (2000), as alterações neuropsicológicas,
que já são observadas logo no primeiro
episódio psicótico, parecem sugerir prejuízos quanto
ao neurodesenvolvimento. No entanto, ainda não há um
consenso sobre o curso do declínio ao longo da doença,
pois alguns estudos sugerem uma estabilidade das alterações
cognitivas. Ainda assim, esses dados estão longe
de ser conclusivos, indicando a necessidade de estudos
longitudinais que possam esclarecer tal questão.
Em um estudo de metanálise, Fioravanti et al. (2005)
revisaram 1.275 artigos, publicados entre 1990 e 2003,
e selecionaram 113 estudos (4.365 pacientes e 3.429
controles) nos quais foram investigados cinco domínios
cognitivos específicos: QI, memória, linguagem, funções
executivas e atenção.
Em todas essas áreas, os pacientes com esquizofrenia
apresentaram pior desempenho nos testes neuropsicológicos
quando comparados aos do grupo-controle.
Pior performance cognitiva também foi observada
em relação à memória verbal e funções executivas em
parentes não afetados de indivíduos com esquizofrenia
por intermédio de uma metanálise que compreendeu 37
estudos (1.639 parentes e 1.380 controles), ratificando
a idéia de que tais prejuízos podem refletir uma predisposição
para a doença, ou seja, um endofenótipo para a
esquizofrenia (Sitskoorn et al., 2004).
A idéia de que essas alterações são prévias ao aparecimento
da doença também ganha consistência com
os estudos realizados junto a grupo de alto risco para
psicose, ou seja, pessoas que ainda não apresentaram a
doença, apesar de já manifestarem alguns dos sintomas
característicos do transtorno ou fatores de risco. Tais
estudos mostram uma performance pior dessa população

nos testes neuropsicológicos quando comparados
aos da população normal (Hawkins et al., 2004; Niendam
et al., 2006).
Apesar de um grande número de pesquisas descrever
alterações cognitivas na esquizofrenia, ainda não há
uma concordância em relação aos aspectos qualitativos
e quantitativos desses déficits. Dificuldades com relação
às diferenças na escolha das amostras e aos instrumentos
de avaliação e interpretação dos resultados levam,
com freqüência, a conclusões divergentes sobre o assunto
(O’Carroll, 2000; Fioravanti et al., 2005). Há ainda
controvérsias quanto à questão global dos déficits em
relação aos prejuízos específicos, uma vez que muitos
estudos mostram alterações neuropsicológicas em vários
domínios cognitivos, o que ainda não nos permite
afirmar que há um padrão de déficits cognitivos na
esquizofrenia (Joyce e Roiser, 2007).
Contudo, performances menos eficientes, em torno
de 1,5 a 2,0 desvios-padrão abaixo da população normal,
observados nas áreas da atenção, funções executivas,
working memory, memória e aprendizagem verbal, parecem
ser consistentes na maioria dos estudos. Esses
déficits também foram considerados os preditores mais
solidificados do sucesso ou fracasso nos diferentes
aspectos da conseqüência funcional da esquizofrenia
(Peuskens et al., 2005).

fonte:http://rscavalcanti.blogspot.com/search/label/esquizofrenia

Consequências funcionais (esquizofrenia)

Assim como os prejuízos cognitivos, os prejuízos
funcionais também são observados tanto no início da
doença, como na população de alto risco para psicose,
com impacto significativo sobre as atividades da vida
diária. Em contraste com o curso episódico dos sintomas
psicóticos, as conseqüências funcionais tendem a
ser estáveis por longo tempo em praticamente todos os
pacientes, independentemente da gravidade do quadro
(Sharma e Antonova, 2003; Niendam et al., 2006).
Na última década, o interesse em investigar a
relação entre os prejuízos cognitivos e funcionais na
esquizofrenia vem crescendo, o que foi viabilizado por
meio de estudos neuropsicológicos. Neste sentido, os
instrumentos neuropsicológicos têm sido utilizados
para correlacionar os déficits cognitivos com o grau de
incapacitação interpessoal e ocupacional relacionado
à doença (Green, 1996; Addington e Addington, 1999;
Adad et al., 2000). A despeito da diversidade de alterações
cognitivas encontradas na esquizofrenia, sabe-se
que apenas um número restrito de déficits cognitivos
apresenta correlação significante com o nível de prejuízo
funcional, assim, somente alguns déficits foram
considerados preditores.
Green (1996) selecionou três áreas como representativas
de um bom nível funcional: funcionamento
social, funcionamento ocupacional e vida independente.
Atividades que envolviam a avaliação dessas três áreas

foram relacionadas com o desempenho dos pacientes
com esquizofrenia nos testes neuropsicológicos.
Os resultados indicaram correlação entre:
• funcionamento social e memória declarativa e
vigilância;
• funcionamento ocupacional e funções executivas,
memória declarativa, memória operacional e
vigilância;
• vida independente e funções executivas, memória
declarativa e memória operacional.

fonte:http://rscavalcanti.blogspot.com/search/label/esquizofrenia

Reabilitação neuropsicológica (esquizofrenia)

Ao longo de várias décadas, o prejuízo funcional da
doença tem sido basicamente tratado por intermédio
dos programas de reabilitação psicossociais (Kurtz et
al., 2001), que objetivam especificamente o treino de
habilidades sociais, ocupacionais, autocuidado e vida
independente amparado por técnicas comportamentais.
Contudo, os resultados nesta área têm sido pouco
expressivos, indicando que algum outro fator poderia
estar interferindo nos efeitos dessas intervenções. Atualmente,
os déficits cognitivos são reconhecidos como
fatores centrais desses resultados.
Considerando o fato de que estes programas são
baseados nos modelos de aprendizagem e de que os
déficits cognitivos limitam a aquisição de novas informações
e habilidades, pode-se supor que quanto mais
graves forem os déficits cognitivos, principalmente
aqueles relacionados à atenção, à memória e às funções
executivas, menor é a chance de os pacientes com esquizofrenia
se beneficiarem de tais programas. Além
disso, os sintomas negativos estão associados ao menor
benefício das intervenções em reabilitação psiquiátrica
(Sharma e Antonova, 2003).
Contudo, estudos experimentais com ênfase no treino
cognitivo sistemático têm revelado alguns resultados
positivos com pacientes esquizofrênicos (Kurtz et al.,
2001). Os autores revisaram e analisaram os estudos
de reabilitação cognitiva em três áreas: funções executivas,
atenção e memória. Os resultados indicaram que
os pacientes obtiveram melhora na execução do teste
de classificação de cartas (Wisconsin Card Sorting
Test), observada por intermédio das mensurações de
erros perseverativos, categorias completas e nível conceitual
de respostas, tendo como base as intervenções
específicas, como instruções ampliadas e reforço das
contingências. Melhora da habilidade atencional e da
memória foi observada por meio do treino de sustentação
da atenção e procedimentos de codificação. Além
disso, o treino dessas habilidades levou a uma melhora
do reconhecimento
dos sinais sociais.
O modelo compensatório comumente utilizado na
reabilitação médica tem sido considerado o mais apropriado
para minimizar o impacto dos déficits cognitivos
na vida diária (Bellack et al., 1999). Assim, o emprego de
estratégias compensatórias, como o uso de anotações e
checagem e a utilização de pistas visuais, assim como o
treino das habilidades cognitivas, podem contribuir de
forma efetiva para a minimização das conseqüências
funcionais dos déficits cognitivos na esquizofrenia.
Apesar de os resultados nessas áreas serem considerados
promissores (Kurtz et al., 2001; Peuskens et al.,
2005), uma série de questões continua em aberto, como
aquelas relacionadas à sustentação dos ganhos obtidos
por intermédio do programa de reabilitação cognitiva e
à generalização desses ganhos para as outras atividades
da vida diária. Além disso, a maioria dos estudos que
foram revisados e analisados continha amostras de
pacientes crônicos, ou seja, com maior grau de prejuízo
cognitivo e, conseqüentemente, maior sintomatologia
negativa (Kurtz et al., 2001). Neste sentido, o trabalho
de reabilitação cognitiva poderia alcançar um efeito
ainda maior com populações menos prejudicadas, como
os pacientes de primeiro episódio ou então por meio da
intervenção precoce na população de alto risco.

Referências
Adad, M.A.; Castro, R.; Mattos, P. - Aspectos neuropsicológicos da esquizofrenia.
Revista Brasileira de Psiquiatria 22 (supl. 1): 31-34, 2000.

Elmer - Elefante de Retazos - Patchwork Elephant

Somos Iguais, Diferentes

Recursos e Tecnologias Inclusivas


Tecnologias e recursos materiais que podem ser utilizados
Quando falamos em tecnologias e recursos que auxiliam a criança ou adolescente com deficiência na sala de aula, devemos lembrar que eles não são recursos que magicamente farão o aluno superar suas dificuldades. Qualquer que seja o auxílio pensado, sempre passa pela percepção que o professor tem sobre as dificuldades e possibilidades de seu aluno. O auxílio só faz sentido a partir desta relação. Por isso, dizemos que não há regras, existem sugestões para ajudar o professor a pensar em possibilidades, mas isto sempre será posterior a este primeiro contato e conhecimento prévio do professor em relação a criança ou adolescente.
Os alunos com deficiências geralmente usam os mesmos recursos materiais que os demais alunos. Existem, no entanto, adaptações que podem ser necessárias para facilitar a realização de atividades para quem possui alguma limitação motora, sensorial ou cognitiva. Esses recursos são chamados de “ajudas técnicas” ou “tecnologias assistivas”.
Infelizmente, esses recursos são caros para a maioria das pessoas com deficiência. É aí que entra a criatividade da professora que engrossa o lápis com fita adesiva para que o aluno possa segurá-lo melhor e, sem saber, também está fazendo tecnologia assistiva, por exemplo.
Lembre-se que:
• as adaptações devem auxiliar o aluno e o professor;
• a necessidade de cada aluno com deficiência é única ; portanto, a família e ele mesmo devem participar da criação e da escolha dos recursos que podem ajudá-lo;
• o recurso deve sempre ser reavaliado pelo aluno e pelo professor, para ter certeza de que está realmente sendo útil e como pode ser aprimorado ou substituído;
• as adaptações também podem servir para facilitar o uso do banheiro, da cozinha ou do refeitório, do pátio, das quadras, dos parques, dos auditórios, das salas de aula e de informática, ou seja, todos os ambientes escolares freqüentados pelos alunos podem necessitar de adaptações.
Muitas vezes, nós, professores — depois de algumas tentativas frustradas com o aluno com deficiência — acabamos concluindo, erroneamente, que a criança não tem condições de aprender.
Nesses momentos, é bom lembrar que cada caso é um caso. Confie na sua criativi­dade, no seu bom senso e, principalmente, na opinião do aluno. Se não conseguir resolver a dificuldade, talvez seja interessante buscar a opinião de profissionais da área de reabilitação ou especializados em educação de crianças com deficiência. Pessoas com formações diversas podem abordar a dificuldade sob perspectivas diferentes, o que pode ser útil em situações mais complexas.
Ao observar um aluno, não olhe apenas as dificuldades. É importante verificar as habilidades e as formas que ele usa para vencer desafios. Se achar que vale à pena mudar ou incrementar essas estratégias, converse com o aluno e, acima de tudo, respeite a opinião dele

Como saber qual é o recurso que seu aluno precisa?

Aqui vão algumas sugestões, baseadas na experiência de outros professores:
• Observe o aluno durante as aulas, o intervalo, a hora da entrada e saída e demais atividades escolares. Preste atenção nas dificuldades e soluções que ele adota para lidar com suas limitações;
• Converse com o aluno e pergunte se ele acha que precisa de outros recursos;
• Avalie e defina com o aluno quais as atividades que podem ser facilitadas com uso de materiais pedagógicos adaptados ou tecnologias assistivas para as atividades da vida diária;
• Converse com o aluno, sua família e colegas de sala para encontrar soluções. Converse com outros profissionais que também trabalham com o aluno;
• Pesquise produtos disponíveis no mercado, materiais e objetos baratos que podem ajudar a desenvolver habilidades. Pense nas formas de construir este objeto;
• Considere todas as opiniões, especialmente, as do aluno, e faça a escolha, considerando os recursos financeiros. Desenhe as propostas ou faça um modelo, se for possível;
• Faça parcerias com a comunidade: faculdades, escolas SENAI, marcenarias, oficinas de costuras, metalúrgicas, que podem ajudar a desenvolver e construir o equipamento;
• Em conjunto com o aluno, escolha o melhor processo de confecção do equipamento;
• Incorpore o recurso às atividades escolares, observe e pergunte ao aluno sobre como se sente;
• Verifique se o objeto cumpriu plenamente sua finalidade e se as condições do aluno mudam com o tempo, ou se é necessária alguma mudança.

É importante relembrar que as tecnologias assistivas vão desde uma fita crepe colocada nos cantos do papel para que a folha não escorregue com os movimentos involuntários de um aluno com deficiência motora, a criação de um jogo da memória com desenhos feitos em relevo (com cola plástica, dentre outras alternativas) até um software adaptado para que os cegos possam ter acesso ao computador. Portanto, não se assuste professor! Uma boa dose de criatividade fará com que você encontre soluções simples para facilitar o aprendizado de seus alunos.
Caso não disponha de nenhum recurso material, você pode pedir para que um outro aluno segure a folha para que a pessoa com deficiência motora possa fazer sua atividade. O importante é que, mesmo sem recursos, você encontre soluções para que seu aluno possa acompanhar as atividades da sala de aula. O que conta verdadeiramente é a sensibilidade do professor em relação ao aluno e a disponibilidade para encontrar soluções que o ajudem.

Equipamentos que todos podem aprender a usar

Recursos para Deficientes visuais:
• Reglete (tipo de régua para se escrever em braile) - O papel fica preso entre essa régua e um pedaço de madeira. Com a punção (um pino com ponta de metal afiada) faz os buraquinhos que formarão as palavras em alto relevo do lado do avesso. A escrita é feita da direita para a esquerda e a leitura da esquerda para a direita;
• Punção é o lápis - ou a caneta da pessoa cega;
• Máquina braile - é a máquina de escrever usada pelas pessoas cegas. Possui nove teclas. Para digitar, basta fazer as combinações de pontos em relevo, pressionando as teclas;
• Mapa tátil para ensinar geografia e informar sobre a localização de lugares para pessoas cegas. Pode ser feito recobrindo-se os mapas comuns com materiais com texturas diferentes ou com areia, argila, massinha etc.;
• Lupas, lentes de aumento e réguas de leitura.
• Soroban - é um instrumento de cálculo de origem oriental, formado por continhas de madeira ou de plástico enfiadas em arames. Ele é vantajoso como material de apoio ao ensino da matemática por ser um recurso tátil, de fácil manejo e de custo reduzido. Com ele o estudante aprende concretamente os fundamentos da matemática, as ordens decimais e seus respectivos valores, as quatro operações e mesmo cálculos mais complexo.

Recursos para os Surdos
Os surdos baseiam-se também nas pistas visuais.
A utilização de recursos visuais adequados facilita a compreensão do que está sendo ensinado. Alguns desses recursos são: objetos, filmes, fitas de vídeo, fotos, gravuras de livros e revistas e desenhos etc A escrita e ainda o uso da língua de sinais, da mímica, da dramatização, de expressões faciais e corporais de gestos naturais e espontâneos ajudam a dar significado ao que está sendo estudado.

A criança surda e a comunicação
• Alguns pais preferem que seus filhos aprendam a falar, outros preferem que aprendam a Língua Brasileira de Sinais, chamada também de Libras. Há os que querem que seus filhos aprendam ambas as línguas;
• Não devemos esquecer que a própria criança ou adolescente tem o direito de escolher qual o tipo de comunicação que prefere utilizar. Alguns sentem-se mais à vontade para se expressarem através da língua de sinais, e outros através da língua portuguesa. Isto deve ser respeitado;
• Para que possa expressar seus desejos e suas necessidades, a criança surda deve aprender algum tipo de linguagem;
• A escola precisa preparar a criança surda para a vida em sociedade, oferecendo-lhe condições para aprender um código de comunicação que permita sua participação na sociedade;
• Jogos, desenhos, dramatizações, brincadeiras de faz-de-conta, histórias infantis ajudam a aquisição da linguagem e a aprendizagem de conceitos e regras de um código de comunicação.


Recursos para deficiência motora
A crianças com deficiência motora têm dificuldade para segurar o lápis e coordenar os movimentos podem ter maior independência com a utilização de algumas adaptações nos materiais escolares.

Experimente:
• Os lápis podem ter seu diâmetro engrossado por várias camadas de fita crepe, argila, espuma, massa do tipo epóxi ou outro material;
• Evitar o uso de cadernos que são difíceis de fixar na mesa; prefira a folha solta de tamanho A4 ou papel manilha (papel de embrulho);
• Prender o papel nos quatro can­tos com fita crepe larga e que suporte os movimentos de traça­do da criança;
• Atividades preparadas pelo professor com traçado grosso feito com pincel atômico em tamanho grande para melhor visualização, per­cepção e entendimento da criança;
• Traçados de desenhos, letras, números feitos na cor preta em papel branco;
• Prancha elevatória para aproximar a folha, caderno, livro, etc e melhorar visualização e manipulação do aluno;
• Para a criança na fase de construção da escrita, faça linhas com pincel atômico e espaço entre linhas de acordo com o tamanho da letra do aluno. O espaço entre as linhas pode ser diminuído gradativamente;
• Para a criança com dificuldade de percepção espacial (não consegue encontrar determinada letra no meio de outras, perdendo-se e frustando-se), experimente isso: numa tira de cartolina ou papel cartão nas cores branca ou preta, faça um buraco retangular de tamanho suficiente para destacar uma letra ou número. Basta deslizar a janela sobre o papel para o aluno localizar e reconhecer letra ou número.


Fonte: SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Estratégias e orientações pedagógicas para a educação de crianças com necessidades educacionais especiais: dificuldades acentuadas de aprendizagem: deficiência física. [livro] Brasília:MEC;SEESP,2002, P. 69.

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Frases sobre Educação


"A educação é aquilo que sobrevive depois que tudo o que aprendemos foi esquecido." (Burruhs Frederic Skinner)


"Educar a inteligência é dilatar o horizonte dos seus desejos e das suas necessidades." (James Russell Lowell)


"A boa educação é moeda de ouro, em toda parte tem valor." (Padre Antônio Vieira)


"A única coisa que interfere com meu aprendizado é a minha educação." (Albert Eisntein)



"Educar é crescer. E crescer é viver. Educação é, assim, vida no sentido mais autêntico da palavra". (Anísio Teixeira)


"O grande segredo da educação pública de hoje é sua incapacidade de distinguir conhecimento e sabedoria. Forma a mente e despreza o caráter e o coração. As conseqüências são estas que se vê." (Theodore Palmquistes)


"A verdadeira educação consiste em pôr a descoberto ou fazer atualizar o melhor de uma pessoa. Que livro melhor que o livro da humanidade?" (Mahatma Gandhi)


"Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos." (Pitágoras)


"A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe." (Jean Piaget)


"Educação é aquilo que revela ao sábio, e disfarça do tolo, sua falta de entendimento." (Ambrose Bierce)



"O verdadeiro órfão é aquele que não recebeu educação." (Etienne Bonnot de Condillac)


"O grande segredo da educação consiste em orientar a vaidade para os objetivos certos." (Adam Smith)


"A educação inicia o cavalheiro; a conversação completa-o." (Thomas Fulle)


"A educação é o maior e mais difícil problema imposto ao homem." (Immanuel Kant)


"Não se pode falar de educação sem amor". (Paulo Freire)


"Todas as crianças deveriam ter direito à escola, mas para aprender devem estar bem nutridas. Sem a preparação do ser humano, não há desenvolvimento. A violência é fruto da falta de educação." (Leonel Brizola)


"Educar mal um homem é dissipar capitais e preparar dores e perdas à sociedade." (Voltaire)



"Nascemos príncipes. A educação faz de nós sapos." (Eric Berne)


"Educação nunca foi despesa. Sempre foi investimento com retorno garantido." (Arthur Lewis)


"Se você acha que a educação é cara, tenha a coragem de experimentar a ignorância." (Derek Bok)


"A educação, no sentido em que a entendo, pode ser definida como a formação, por meio da instrução, de certos hábitos mentais e de certa perspectiva em relação à vida e ao mundo. Resta indagar de nós mesmos,



que hábitos mentais e que gênero de perspectiva pode-se esperar como resultado da instrução?



Um vez respondida essa questão, podemos tentar decidir com o que a ciência pode contribuir para a formação dos hábitos e da perspectiva que desejamos." (Bertrand Russell)


"A felicidade dos povos e a tranquilidade dos Estados dependem da boa educação da juventude." (Emilio Castelar)



"O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele." (Immanuel Kant)



"A educação é para a alma o que é a escultura para o bloco de mármore."(Joseph Addison)



"Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda." (Paulo Freire)



"Os filhos tornam-se para os pais, segundo a educação que recebem, uma recompensa ou um castigo." (J. Petit Senn)


"Educar es depositar en cada hombre toda la obra humana que le ha antecedido." (José Martí)


"O importante da educação não é apenas formar um mercado de trabalho, mas formar uma nação, com gente capaz de pensar." (José Arthur Giannotti)



"A educação é o processo pelo qual o indivíduo desenvolve a condição humana, com todos os seus poderes funcionando com harmonia e completa, em relação


à natureza e à sociedade. Além do mais, era o mesmo processo pelo qual a humanidade, como um todo, se elevando do plano animal e continuaria a se desenvolver até sua condição atual. Implica tanto a evolução individual quanto a universal." (Friedrich Froebel)


"O importante da educação não é o conhecimento dos fatos, mas dos valores." (Dean William R. Inge)



"Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda." (Paulo Freire)



"A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo." (Nelson Mandela)


Ensinar é...

" um exercício de imortalidade.
De alguma forma continuamos a viver
naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo
pela magia das nossas palavras.
O professor assim, não morre jamais."
Rubem Alves

"Se você acha que a educação é cara, tenha a coragem de experimentar a ignorância." ( Derek Bok )

"Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda." ( Paulo Freire )

"Os filhos tornam-se para os pais, segundo a educação que recebem, uma recompensa ou um castigo. " ( J. Petit Senn )

"O verdadeiro órfão é aquele que não recebeu educação." ( Etienne Bonnot de Condillac )

"O importante da educação não é o conhecimento dos fatos, mas dos valores. " ( Dean William R. Inge )

"O importante da educação não é apenas formar um mercado de trabalho, mas formar uma nação, com gente capaz de pensar. " ( José Arthur Giannotti )

"O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele." ( Immanuel Kant )

"O grande segredo da educação pública de hoje é sua incapacidade de distinguir conhecimento e sabedoria. Forma a mente e despreza o caráter e o coração. As conseqüências são estas que se vê. " ( Theodore Palmquistes )

"O grande segredo da educação consiste em orientar a vaidade para os objetivos certos." ( Adam Smith )

"Nascemos príncipes. A educação faz de nós sapos." ( Eric Berne )

"Não se pode falar de educação sem amor. " ( Paulo Freire )

"Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. " ( Paulo Freire )

"Educar mal um homem é dissipar capitais e preparar dores e perdas à sociedade. " ( Voltaire )


"Educar es depositar en cada hombre toda la obra humana que le ha antecedido." ( José Martí )

"Educar é crescer. E crescer é viver. Educação é, assim, vida no sentido mais autêntico da palavra. " ( Anísio Teixeira )


"Educar a inteligência é dilatar o horizonte dos seus desejos e das suas necessidades." ( James Russell Lowell )

"Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos." ( Pitágoras )

"Educação nunca foi despesa. Sempre foi investimento com retorno garantido. " ( Arthur Lewis )

"Educação é o que resta depois de ter esquecido tudo que se aprendeu na escola." ( Albert Einstein )

"Educação é aquilo que revela ao sábio, e disfarça do tolo, sua falta de entendimento. " ( Ambrose Bierce )

"A verdadeira educação consiste em pôr a descoberto ou fazer atualizar o melhor de uma pessoa. Que livro melhor que o livro da humanidade?" ( Mahatma Gandhi )


"A única coisa que interfere com meu aprendizado é a minha educação." ( Albert Einstein



"A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe." ( Jean Piaget )

"A felicidade dos povos e a tranquilidade dos Estados dependem da boa educação da juventude." ( Emilio Castelar y Ripoll )

"A educação, no sentido em que a entendo, pode ser definida como a formação, por meio da instrução, de certos hábitos mentais e de certa perspectiva em relação à vida e ao mundo. Resta indagar de nós mesmos, que hábitos mentais e que gênero de perspectiva pode-se esperar como resultado da instrução? Um vez respondida essa questão, podemos tentar decidir com o que a ciência pode contribuir para a formação dos hábitos e da perspectiva que desejamos." ( Bertrand Russell )


"A educação inicia o cavalheiro; a conversação completa-o. " ( Thomas Fuller )

"A educação é o processo pelo qual o indivíduo desenvolve a condição humana, com todos os seus poderes funcionando com harmonia e completa, em relação à natureza e à sociedade. Além do mais, era o mesmo processo pelo qual a humanidade, como um todo, se elevando do plano animal e continuaria a se desenvolver até sua condição atual. Implica tanto a evolução individual quanto a universal." ( Friedrich Froebel )

"A educação é o maior e mais difícil problema imposto ao homem." ( Immanuel Kant )

"A educação é aquilo que sobrevive depois que tudo o que aprendemos foi esquecido." ( Burruhs Frederic Skinner )


"A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo. " ( Nelson Mandela )


"A boa educação é moeda de ouro, em toda parte tem valor." ( Padre Antônio Vieira )


fonte:http://www.luanovaeducacao.blogspot.com/

Recursos Pedagogicos Adaptados


"Há escolas que são gaiolas
e há escolas que são asas. .. "
Rubem Alves

Oficina Monoludica

UM SORRISO

UM SORRISO

Oficinas Monoludica

PENSAMENTOS

"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."



" O nascimento do pensamento é igual ao nascimento de uma criança: tudo começa com um ato de amor. Uma semente há de ser depositada no ventre vazio. E a semente do pensamento é o sonho. Por isso os educadores, antes de serem especialistas em ferramentas do saber, deveriam ser especialistas em amor: intérpretes de sonhos."( Rubem Alves )

"As crianças têm uma sensibilidade enorme para perceber que a professora faz exatamente o contrário do que diz".( Paulo Freire )


De que adiantará um discurso sobre a alegria se o professor for um triste?"
( Artur da Távolla )



"Brincar com as crianças não é perder tempo, é ganhá-lo, se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados, em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem.”
Carlos Drummond de Andrade



Nós mesmos sentimos que o que fazemos é uma gota no oceano.
Mas o oceano seria menor se essa gota não existisse."
(Madre Teresa de Calcutá )

BRINCAR É COISA SÉRIA

BRINCAR É COISA SÉRIA